segunda-feira, 31 de março de 2008

Medo

Tienen miedo del amor y no saber amar
Tienen miedo de la sombra y miedo de la luz
Tienen miedo de pedir y miedo de callar
Miedo que da miedo del miedo que da
Tienen miedo de subir y miedo de bajar
Tienen miedo de la noche y miedo del azul
Tienen miedo de escupir y miedo de aguantar

Miedo que da miedo del miedo que da


El miedo es una sombra que el temor no esquiva
El miedo es una trampa que atrapó al amor
El miedo es la palanca que apagó la vida
El miedo es una grieta que agrandó el dolor

Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá
Tenho medo de acender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair

Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar

Tienen miedo de reir y miedo de llorar
Tienen miedo de encontrarse y miedo de no ser
Tienen miedo de decir y miedo de escuchar

Miedo que da miedo del miedo que da

Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor
El miedo es una raya que separa el mundo
El miedo es una casa donde nadie va
El miedo es como un lazo que se apierta en nudo
El miedo es una fuerza que me impide andar

Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo
Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão
Medo de fechar a cara
Medo de encarar
Medo de calar a boca
Medo de escutar
Medo de passar a perna
Medo de cair
Medo de fazer de conta
Medo de dormir
Medo de se arrepender
Medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez
Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar

Medo... que dá medo do medo que dá

Medo... que dá medo do medo que dá

Lenine
Composição: Pedro Guerra/Lenine/Robney Assis



quinta-feira, 27 de março de 2008

terça-feira, 25 de março de 2008

As nossas mãos apaixonaram-se...

ROMEO [To JULIET]
If I profane with my unworthiest hand
This holy shrine, the gentle fine is this:
My lips, two blushing pilgrims, ready stand
To smooth that rough touch with a tender kiss.

JULIET
Good pilgrim, you do wrong your hand too much,
Which mannerly devotion shows in this;
For saints have hands that pilgrims' hands do touch,
And palm to palm is holy palmers' kiss.

ROMEO
Have not saints lips, and holy palmers too?

JULIET
Ay, pilgrim, lips that they must use in prayer.

ROMEO
O, then, dear saint, let lips do what hands do;
They pray, grant thou, lest faith turn to despair.

JULIET
Saints do not move, though grant for prayers' sake.

ROMEO
Then move not, while my prayer's effect I take.
Thus from my lips, by yours, my sin is purged.

JULIET
Then have my lips the sin that they have took.

ROMEO
Sin from thy lips? O trespass sweetly urged!
Give me my sin again.

JULIET
You kiss by the book.

Mr. William Shakespear - 1597

segunda-feira, 24 de março de 2008

Quando a noite perde o rosto
















Há palavras que nos beijam

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

Alexandre O`Neill

sábado, 22 de março de 2008

Am I crazy?



The Hot House - Harold Pinter. National Theatre (London)

terça-feira, 18 de março de 2008

Ellen Page








The Ellen Fragments

2007



segunda-feira, 17 de março de 2008

Wake Up !



Persepolis - Marjane Strapi 2007

sábado, 15 de março de 2008

Ressaca...



"Casa da Boneca" Henrik Ibsen

quinta-feira, 13 de março de 2008

It`s time to clean all up





The Unilever Series: Rachel Whiteread (2005)

quarta-feira, 12 de março de 2008

terça-feira, 11 de março de 2008

segunda-feira, 10 de março de 2008

sábado, 8 de março de 2008

"A Repartição"





Encenação de Bruno Bravo
2008 Culturgeste


"Agora sou eu!"

sexta-feira, 7 de março de 2008

quinta-feira, 6 de março de 2008

Antes e Depois...



"Before sunrise" 1995

Depois e Antes...






In another moment down went Mary after it, never once considering how in the world she was to get out again.